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Artigo: Daniel Coelho Barbosa – Alarmantes riscos do glifosato expostos no parlamento da Alemanha
 

Berlim - Pouco depois da UE anunciar a proibição de importação do mel com vestígios de polém transgênico, os últimos dias foram marcados por várias discussões em torno dos transgênicos na Alemanha.

 

Na semana passada foi organizada pelo deputado Harald Ebner, membro do Bundestag e responsável pelo assunto de segurança alimentar, uma rodada de discussões sobre os potenciais efeitos negativos do glifosato. O glifosato é um pesticida usado em larga escala no Brasil, EUA e Argentina no cultivo de organismos genéticamente modificados (OGM).

 

O encontro teve a participação do pesquisador argentino Andrés Carrasco e de Claire Robinson, pesquisadora da fundação Earth Open Source. O agronegócio brasileiro foi representado por Ricardo Tatesuzi de Sousa, diretor executivo da ABRANGE, a associação dos produtores de grãos sem alterações genéticas.

 

Durante o evento, o professor Carrasco apresentou resultados alarmantes ao demonstrar os  efeitos do pesticida em embriões de animais de laboratório. Os participantes do colóquio ficaram chocados diante do expressivo número de casos de nascimentos com deformidades físicas nas zonas rurais e nas de concentrações do coquetel de agrotóxicos, envolvendo glifosato aplicado nas mesmas regiões.

 

Pelo estudo, bserva-se um aumento acentuado nos casos de câncer em crianças, abortos naturais e o número de deformações congênitas chega a dois casos por semana em alguns hospitais. As descrições dos defeitos nos recém-nascidos são monstruosas e causaram o repúdio dos parlamentares presentes.

 

A pesquisadora Claire robinson alertou para a postura até agora permissiva dos órgãos de controle, responsáveis pelo licenciamento do glifosato na Alemanha. O produto recebeu aprovação em 2002 e sua licença deveria ser revista em 2012. Porém a data foi adiada para 2015.

 

Diante da intensidade de apelos e advertências científicas contra o glifosato, muitos parlamentares assumem que o licenciamento do glifosato deveria ser reavaliado o quanto antes. Se ficarem comprovados os danos para a saúde humana, o glifosato deve ser proibido na União Européia.

 

(DCB)

 

Autor: Daniel Coelho Barbosa
Data: 03/10/2011
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